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Coluna da sexta-feira: O papel estratégico de Alckmin na engrenagem do governo Lula
Divulgação
Brasília

Coluna da sexta-feira: O papel estratégico de Alckmin na engrenagem do governo Lula

Em meio a festa da vitória do presidente Lula, do PT, ocorrido no domingo, dia 25, em plena Avenida Paulista, um gesto chamou a atenção de todos relatou a coluna um integrante do Planalto, o presidente fez questão de conceder a palavra ao seu vice, Geraldo Alckmin, do PSB. O aceno não foi apenas carinho e reconhecimento, foi cálculo político.

Em sua fala, Alckmin exaltou o papel da juventude e a necessidade de olhar para o futuro, ele abriu caminho para um tema crucial: a renovação progressista.

​Com seu perfil hábil e conciliador, Alckmin cumpre uma função estrutural desde a campanha. Ele foi o fiador da estabilidade com os setores financeiro e empresarial, além de ter sido a ponte decisiva para romper a resistência do eleitorado de centro. Acumulando a vice-presidência e o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, ele consolidou-se como o grande articulador institucional da gestão, provando que a união entre antigos adversários era mais do que um arranjo eleitoral passageiro.

​Diante dos desafios do novo ciclo político, a presença do ex-governador paulista tende a se tornar ainda mais indispensável. Seja mantendo o comando do setor produtivo ou assumindo novas missões de peso no governo, qualquer ampliação de seu papel fortalece o PSB e reafirma a centralidade da frente ampla. Alckmin não é apenas um vice meramente decorativo, ele é a peça-chave para garantir a governabilidade no presente e calibrar a sucessão no futuro.

Marília 2030 - Em Brasília ganha corpo a informação de que a senadora Marília Arraes será candidata ao governo de Pernambuco em 2030. Marília saiu gigante das urnas em 2026 e tornou-se, automaticamente, um dos principais nomes da oposição no estado. Ela terá agora quatro anos para trabalhar e se preparar para a realização de mais um sonho político: ser a governadora de todos os pernambucanos.

Estruturadora - Em entrevista à Coluna a senadora Tereza Leitão falou sobre a PEC da Segurança, aprovada nesta semana no Senado Federal. “Trata-se de uma PEC estruturadora do sistema da segurança pública nacional, que cria o Sistema Único de Segurança Pública. Alguns dos seus principais pontos são: o combate ao crime organizado, a defesa dos territórios, a defesa das fronteiras e o extermínio das facções criminosas. É um marco para a segurança do nosso país”.

Busca - Quem está em Brasília, em busca de recursos e investimentos para o seu município é o prefeito de Agrestina, Josué Mendes, do PSB. Em entrevista à Coluna ele revelou que visitou os gabinetes dos senadores, Fernando Dueire, Humberto Costa e Tereza Leitão, além do gabinete do deputado federal Júnior Uchôa. “Estou em busca de investimentos, de recursos para que nossa cidade continue crescendo e se desenvolvendo mais a cada dia”, disse ele.

Ministros - E por falar em Brasília, cresce a cada dia o número de pernambucanos cotados a fazerem parte do próximo governo do presidente Lula. Praticamente todo dia surge um novo nome, um novo pretendente. É tanta gente, que se todo mundo for mesmo nomeado o presidente terá que construir mais uma Esplanada dos Ministérios.

Silvio Costa senador? - O Blog do Alberes Xavier teve acesso a uma informação de bastidores que está sendo feito um movimento para que a senadora Teresa Leitão assuma um dos ministérios do governo Lula. Caso isso se confirme, o deputado federal Silvio Costa Filho, que também é suplente de Teresa, herdaria a vaga no Senado Federal.

Consequência - Em entrevista ao Blog do Alberes Xavier, o deputado estadual Coronel Alberto Feitosa comparou o cenário da direita brasileira à situação enfrentada por Donald Trump nos Estados Unidos. O parlamentar observou que o republicano ainda tem tempo para reconstruir sua força política, mas pagou um preço nas urnas. Opinando que algo parecido pode acontecer no Brasil, Feitosa destacou que “toda ação gera uma reação em sentido contrário. Isso é uma lei de Newton, mas que também serve para a política”.