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Projeto “Deus Eu Só Desejo Ser Um Poema” leva música, poesia e teatro ao Alto do Cruzeiro
Anderson Souza
GRAVATÁ

Projeto “Deus Eu Só Desejo Ser Um Poema” leva música, poesia e teatro ao Alto do Cruzeiro

Por Laura Mendes

Apresentação gratuita reuniu diferentes expressões artísticas e contou com a participação do cantor gravataense Maurício Menezes na abertura, com apoio da Prefeitura de Gravatá.

O projeto cultural “Deus Eu Só Desejo Ser Um Poema” chegou em Gravatá, na noite do domingo (01), véspera de feriado, no Alto do Cruzeiro. Ele foi aprovado pela Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet) e integra uma circulação por dez cidades do Nordeste.

A proposta trabalha o mix entre música, literatura, artes cênicas e participação popular, promovendo o acesso gratuito à cultura e proporcionando ao público uma experiência que reúne diferentes linguagens artísticas.

Em Gravatá, a realização teve o apoio da Prefeitura Municipal, por meio das Secretarias de Imprensa e Comunicação Social, de Obras e Serviços Públicos, de Saúde e de Segurança e Defesa Civil.

O cantor e compositor Maurício Menezes, que tocou junto com o irmão dele, Marcelo Menezes, foi convidado para abrir a apresentação em Gravatá. “Esse projeto é do Baw Pernambuco, que é um multi artista lá de Recife, é um poeta, então esse projeto é uma fusão de poesia, música e teatro também. É uma turnê que vai percorrer 10 cidades em 3 estados. Estreou ontem em Caruaru, hoje é o segundo dia aqui em Gravatá. Em cada lugar, eles convidam um artista local para fazer a abertura do show. Então tive a honra de ser convidado para essa abertura, é algo bem diferente, bem legal. E é fundamental o apoio da prefeitura nesse tipo de projeto para não ficar naquela mesmice. Então é um projeto cultural, que tem uma mensagem muito positiva, muito boa, para as pessoas pensarem também, não é só dançar e se divertir e beber. Eu acho que projetos de iniciativa como essa tem que ser sempre fomentados”.

Eline Moraes, comerciante, foi uma das espectadoras do projeto. “Eu amei, sabia? Eu já conhecia o Maurício, acho ele um artista e tanto e vim prestigiar, eu acho fantástico. Acho que a prefeitura acerta em apoiar um evento assim, porque eu acho que é um costume, vai aos poucos, as pessoas vão aprendendo a curtir. Feito o Tardes no Polo, você viu que tinha muita gente, mas no começo não tinha. Então é uma questão de você ir colocando à disposição das pessoas e as pessoas absorverem e curtem. Isso é cultura. Eu não conhecia o Cruzeiro, porque eu não moro aqui, moro em Chã Grande, mas gostei do ambiente”.